Por trabalhar na Justiça Eleitoral, evito citar nomes de políticos e/ou partidos políticos brasileiros (embora eu pudesse fazê-lo sem problema algum, pois sou um cidadão como outro qualquer: o Código de Ética do TRE/RJ não tem vedação nesse sentido, porque o fato de ser servidor público não retira minha liberdade de expressão).

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

A professora aloprada e a Revolução dos Ovos

Nesta semana o país assistiu, estupefato, ao relato da agressão covarde praticada dentro de sala de aula por um marmanjão de 15 anos contra sua professora em Santa Catarina. Repudio totalmente! Na minha visão, quem faz isso deveria ir para a cadeia, pouco importando ser ou não menor de idade (tenho um filho da mesma idade: já sabem muito bem o que é certo e o que é errado!), mas estamos no Brasil... 

É realmente absurdo que um tipo de agressão como esse ocorra dentro da escola (além do mais por se tratar de uma mulher). Sempre escrevo nesse sentido e não deixo de achar absurdo em hipótese alguma, porque creio que violência se combate, não se relativiza, não se justifica.* Sistematicamente critico a postura de "especialoides" (especialistas + debiloides) que, com suas "pedagogias do oprimido", sua sanha contra a família e seu discurso fácil de "luta de classes" acabam justificando a violência, em vez de fomentar a segurança: para eles o criminoso é uma "vítima da sociedade", como que se a culpa da agressão fosse do agredido.

Porém, a professora é daquelas que, com seu discurso revolucionário, acaba contribuindo para a violência que a vitimou (e que repudio totalmente) e que ela agora usa para vitimizar-se: em sua página só faz difundir o discurso de doutrinação marxista, que no Brasil só encontra resistência no importantíssimo movimento #EscolaSemPartido, que ela combate abertamente sob o pífio argumento de que só educadores podem discutir educação (quem não é da área não tem ao menos o direito de abir a boca). Lamento: como você, eu falo o que quero, dona, goste a senhora ou não. 

Ela aplaude quem, por intolerância, joga ovos naqueles de quem discorda e incita as pessoas a atirar ovos até no Presidente da República; diz que "tem muita gente merecendo um olho roxo(e isso depois aconteceu com ela); critica a classe média (da qual faz parte); fala o tempo todo num tal golpe (???) que só aconteceu na cabeça dela e de uma meia-dúzia; ofende gratuitamente o Juiz Sérgio Moro; vê machismo em tudo; defende que a juventude se revolte e vive a endeusar Paulo Freire, para quem "o oprimido pode oprimir o opressor". Deu no que deu. 

Hoje a dita senhora concedeu uma entrevista a uma rádio paulista e, quando questionada sobre tais contradições, disse que tacar ovos em pessoas é "uma forma de revolução" e chamou o entrevistador de neonazista, sem que isso tenha qualquer fundamento. Em suma: a dona é um poço de rancor, embora acuse os demais de serem fascistas, modus operandi já conhecido por todos.


Uma coisa não justifica a outra, mas como "quem planta vento colhe tempestade" cito a própria professora: para mim, ela é só uma farsa, cria de um Brasil que viveu de farsas nos últimos 14 anos
* O saudoso professor Élvio Granja já dizia nos anos 90: 
"o problema do sistema prisional do Brasil é tijolo e grade."

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Eles sambam na cara da sociedade

Vivemos tempos sombrios! A verdade tem sido manipulada cada vez mais pela mídia extremista, a ponto de até mesmo o Presidente dos EUA ser vítima de uma escalada mentirosa que inventou até que ele seria "nazista" - embora a foto ao lado desminta isso - e que o "nazismo era de direita", embora a História nos mostre o contrário.

Embora 99% das famílias do país sejam tradicionais (aqui), a própria agência de notícias oficial deixa de lado esses dados e, usando um jogo de palavras, alardeia que esse número é de apenas 84% (aqui). A família tradicional não pode mais ser defendida sem que ativistas acusem a tudo e a todos de "homofobia", pecha que ninguém quer carregar (por isso, visando evitar aborrecimentos, muitas pessoas se calam). Em breve acusarão Deus de ser homofóbico, dada a forma que a natureza escolheu para gerar descendentes (o aparelho reprodutor não excreta e o aparelho excretor não reproduz)...

Os valores têm sido invertidos a mais não poder, não só na sociedade e na imprensa, mas também nas instituições: o Supremo Tribunal legisla descaradamente, quando não poderia; o Legislativo gasta bilhões em tempo de crise para criar um fundo para bancar suas próprias campanhas; o Executivo fica mais tempo tentando se manter no poder do que governando; os partidos têm por plataforma não a melhoria da vida em sociedade e sim negar episódios inegáveis de corrupção explícita e a tentativa de pôr fim à democracia a título de defendê-la, como aconteceu na Venezuela. 

"Hipócritas dizem que não existem diferenças profundas entre homens e mulheres mas fazem bilhões de dólares por ano em receita ao identificar essas diferenças nos seus algoritmos e deixar os seus anunciantes explorá-las".* A imunidade parlamentar é negada não à caluniadora e sim ao injustamente acusado que revida sarcasticamente...


Hoje em dia qualquer coisa é vista como racismo, exceto para os que vêem racismo em tudo, que absurdamente acusam os "brancos" de terem uma "dívida histórica", que não passa de retórica. O medo de ataques terroristas - em sua imensa maioria praticados por radicais islâmicos - é tachado de "islamofobia". Discordar da entrada maciça de estrangeiros num país que sabidamente não tem condições de recebê-los (por não dar boas condições de vida nem a seus nacionais) é tido como "xenofobia". 

Basta se fazer uma acusação - ainda que sem o menor cabimento - e o acusado passa a viver um inferno, como no caso da moça morta por linchamento após um boato ser espalhado dando conta de que ela seria uma bruxa... Mas as redes sociais bloqueiam mesmo é o perfil de conservadores, por fazerem "discurso de ódio", embora quem de fato pregue o ódio aos discordantes sejam grupos como Black Lives Matter (que prega a supremacia negra e a morte dos policiais brancos - vale a pena ler o texto de Paulo Cruz a respeito), MST, MTST e Antifas (fascistas dizendo combater o fascismo), cujas páginas são protegidas.

Atualmente não se pode mais ter opinião: somente se pode rezar pela cartilha daqueles que acham que controlam a sociedade, via mídia, determinando como todos devem agir e acusando os demais daquilo que eles próprios fazem. Em virtude disso, muitos têm medo e se calam. Porém, sempre haverá uma resistência, senhores politicamente corretos: algumas vozes não se calarão, porque a sociedade não precisa de uma mudança em cada esquina, nem de uma revolução a cada dia. Muito menos que alguém sambe na cara dela.
* Trecho de Leandro Ruschel

sábado, 12 de agosto de 2017

Hoje seria "preconceito": O Bingo da Sogra

Há muito tempo tenho a intenção de mostrar aqui músicas e/ou programas que seriam tidos por essa gente chata de hoje como "preconceituosos". É só música, diversão, arte, piada.. mas certa vez ouvi falar de um aplicativo que pretendia tirar do ar 'músicas machistas' e de sites que se dão ao trabalho de 'corrigir letras machistas' e listam 'músicas que fazem sucesso mas são machistas'... Então resolvi escrever, porque alguém precisa levantar a voz contra essas loucuras.

Em 1994 ninguém ficava vigiando a vida dos outros nem dando lição de moral nas redes sociais, como fazem hoje os que querem ditar as regras da sociedade (talvez para transformar o mundo todo numa Venezuela, o exemplo de 'democracia' deles). Nesse ano Dicró fez muito sucesso com a famosa "Bingo da Sogra", mais um de seus sambas escrachados que exaltavam a cachaça e falavam mal das sogras... era um pândego! 

Mas hoje em dia algum politicamente correto iria "denunciar" a obra de Dicró como sendo 'preconceituosa', 'homofóbica' e 'idosofóbica' (acredite: já inventaram mais essa) e esse talento correria o risco até de ter sua carreira arruinada. Duvida? Veja:

Vou fazer um bingo lá na casa da vovó
O prêmio é minha sogra: sai numa pedra só
Quem ganhou tem que levar (leva essa droga pra lá!)

Se você não ganhou nada, não fique preocupado
Porque na segunda pedra você leva meu cunhado...

Na terceira pedra, o prêmio de consolação:
Leva um criolo bicha e uma branca sapatão...

Quem ganhou tem que levar (leva essa droga pra lá!)

A cartela é de graça: podem levar de montão
Eu entrego o prêmio em casa (só não quero é devolução)
Se acaso der empate, ninguém fique com receio:
A gente arranja um serrote
E parte a véia no meio...



Grande Dicró!!!